Seis cadeiras.Por ano.
Eu sento no conselho de pouquíssimas empresas. Acompanho os números, levo as perguntas que ninguém faz na sua mesa e abro a minha rede. Não é consultoria e não é curso. É a minha cadeira, ocupada por 12 meses.
Quase todo founder decide sozinho as decisões que mais custam.
Não por falta de gente em volta, mas porque quem está em volta ou depende dele, ou não sabe como é estar ali.
Eu já estive. Fundei uma empresa aos 20 e ela faturou mais de R$ 3 bilhões antes dos meus 28. Errei caro no caminho. A minha cadeira no seu conselho existe para você não pagar o mesmo preço.
Porque tempo de verdade não escala.
Eu continuo operando. Cada empresa que eu aceito recebe atenção minha, não de um time em meu nome. Por isso o número é pequeno e não muda: quando as cadeiras do ano fecham, a lista seguinte é a do ano que vem.
Eu escolho quem acompanho. A maioria das candidaturas recebe um "ainda não". Não é sobre tamanho; é sobre eu acreditar que consigo mudar o rumo da empresa sentado ali.
O que acontece na mesa.
Conselho mensal, comigo.
Uma reunião por mês, até 3 horas. Pauta e números chegam antes; eu chego com leitura feita e com as perguntas que o seu time não faz.
Linha direta.
WhatsApp comigo em dias úteis. Decisão que não pode esperar a próxima reunião não espera.
Mentoria do fundador.
O conselho olha para a empresa. Aqui eu olho para você: como você decide, delega, contrata e aguenta a pressão.
Planejamento estratégico em dois dias.
Uma imersão fechada com a sua liderança, conduzida por Gustavo Couto. Vocês entram com a empresa como ela está e saem com o plano dos próximos 12 meses escrito, com prioridades, metas e donos. É o plano que o conselho vai cobrar mês a mês.
A minha rede.
Pagamentos, regulação, compliance, capital, gente. Dez anos de mercado viram apresentações certas, na hora certa.
Não opero a sua empresa. Não substituo o seu time. Eu faço o que um bom conselheiro faz: enxergo o que você não está vendo e falo antes que fique caro.
Para quem é.
É para você se:
- Você é fundador, CEO ou sócio controlador e a decisão final é sua.
- A empresa já tem tração e o próximo passo é maior do que o que te trouxe até aqui.
- Você quer ouvir o que não quer ouvir.
Não é para você se:
- Você procura alguém para executar no seu lugar.
- Você quer um nome no deck, não uma cadeira ocupada.
- Você ainda está procurando o negócio.
Como se entra.
- 01
Candidatura.
Você conta quem é, onde está a empresa e qual decisão não quer tomar sozinho.
- 02
Leitura.
A equipe lê cada uma. As que fazem sentido chegam até mim.
- 03
Conversa.
Uma conversa comigo, para os dois lados decidirem.
- 04
Cadeira.
Contrato de 12 meses e primeira reunião de conselho.
A equipe responde a todos, mesmo que a resposta seja "ainda não".
R$600 milpor ano.
Mandato de 12 meses. Renovação só se os dois quiserem.
Candidatar minha empresa →
Quem senta na sua mesa.
Fundo a EstrelaBet aos 20, que vira a Stellar Gaming.
Construo a Sirius Tech: Pix em alto volume, antifraude e compliance.
Entro no SBC Leaders Summit, os 500 executivos que decidem o setor no mundo.
Colaboro na construção da regulamentação de apostas no Brasil.
Lidero a operação até a autorização federal.
Ninguém sabe que eu estou na sua mesa, a não ser que você queira.
As empresas que eu acompanho não aparecem aqui. O que é dito no conselho fica no conselho, por contrato.
Perguntas.
Preciso ter um conselho formal?
Não. Muitas empresas começam o conselho comigo.
O João investe na empresa?
Não faz parte do Boardmember.
E se as cadeiras do ano já estiverem ocupadas?
A candidatura fica na lista do ano seguinte, e você é avisado quando abrir.
Restam 4 cadeiras.
Conte quem você é e por que faz sentido eu sentar na sua mesa.
Candidatar minha empresa →